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CANTAR-TE-EI, GALIZA (Homenaje a Rosalía nos 150 anos da oublicaçao dos Cantares Galegos)
VARIOS | DOS ACORDES | Canto

Comemoramos este ano o 150 aniversário da publicação dos Cantares Galegos de Rosalia de Castro, saídos do prelo o 17 de maio de 1863, trinta aniversário do seu marido Manuel Murguia, dia em que a sua companheira lhe oferecia este poemário como sinal de mútuo amor e de compromisso por Galiza. O conservatório profissional de música de Santiago de Compostela celebra este acontecimento com um concerto extraordinário realizado na igreja de S. Domingos de Bonaval, onde descansa a poeta e música galega. Com motivo deste concerto também se pretende recuperar a memória histórica e musical da deslocação dos seus restos desde os campos de Íria, como bem diz Máximo Leis Posse (La patria gallega, 1891). Quando Rosalia foi levada da Adina a Bonaval, desde a estação de Cornes, em Compostela, organizou-se uma comitiva fúnebre integrada por numerosas pessoas e entidades da cidade, para acompanhá-la até ao que seria a sua última morada. Ao passo da comitiva todos os comércios fecharam em sinal de dó, nas ruas cheias a gente manteve um reverencial silêncio só rasgado pelas báguas dos presentes ao passo da música. Diante do edifício da Universidade central, atual faculdade de Geografia e História, e a carão da casa onde viveu uns anos o matrimónio Murguia-Castro, os estudantes prepararam a sua homenagem com a leitura de um sentido poema e teve lugar a interpretação pelo orfeão Valverde do Miserere composto por Mariano Tafall em 1873, estreado no funeral do próprio autor em 1874. Esta obra está especialmente composta para a sua interpretação numa comitiva funerária, a sua instrumentação constituída por instrumentos de sopro que acompanham as vozes permite ir cantando a obra a medida que se caminha. Esta é a partitura que se recupera neste caderno e que a orquestra e o coro do conservatório interpretarão no concerto para comemorar este acontecimento. A música teve um protagonismo especial nesse dia 25 de maio de 1891. No próprio Bonaval celebrou-se uma missa de Réquiem em que se interpretou a partitura que o avó de Manuel Murguia, D. Domingo Maria de Murguia, finado em 1844, organista em Santa Maria de Tolosa, Guipúzcoa, tinha composto para vozes e contrabaixos. Depois de numerosas pesquisas tanto nos arquivos galegos quanto nos bascos foi impossível a localização desta partitura. Entre as agrupações musicais que participaram no acompanhamento da poeta destacam-se ademais do Orfeão Valverde antes mencionado, a capela musical da Catedral de Santiago, a orquestra do jovem violinista José Curros, a orquestra dirigida pelo pianista Manuel Chaves, a banda de música da Beneficência e a Rondalha Regionalista. Para fazer memória histórica é imprescindível resgatar as pessoas e entidades que fizeram possível que os restos da poeta descansem em Compostela. Depois da sua morte em 1885 vai crescendo o sentimento reivindicativo de Rosalia como representante da literatura e da nação galega. Desde Cuba a colónia galega organiza o financiamento de um monumento para perpetuar a memória galeguista da autora dos Cantares Galegos. Em pouco tempo reune-se o dinheiro que se envia ao que até 1890 fora presidente da Sociedade Económica de Amigos do País, Joaquim Dias de Rábago, e junto com Manuel Murguia levam a cabo o projeto do mausoleu na igreja de Bonaval. Também a Associação Regionalista de Galiza através do seu Comité Central organizou e dirigiu os trabalhos levantamento e deslocação dos restos. Para a realização do monumento organizou-se um concurso que ganhou o artista compostelano Jesus Landeira, o qual apresentou um modelo de mausoleu em mármore branco acompanhado pelas musas da poesia e da música. Para continuar o espírito galeguista e divulgador da obra de Rosalia este caderno apresenta ademais cinco peças compostas pelo alunado do conservatório sobre textos da poeta, encomendadas pela Equipa de Dinamização da Língua Galega para a sua interpretação neste concerto homenagem: 1.- Cantar-te-ei, Galiza, de Sandra Galera Martínez. 3º de Grau Profissional de Piano, obra para canto e piano composta sobre o poema número 1, IV, dos Cantares Galegos. 2.- Nasci quando as plantas nascem, de Laura Cuñarro García. 5º de Grau Profissional de Piano, obra para canto e piano composta sobre o segundo poema n.º 1, II, dos Cantares Galegos. 3.- Fum um domingo, de Lucas M. Suárez de Centi. 6º de Grau Profissional de Percussão, obra para canto e conjunto de jazz composta sobre o poema n.º 6 dos Cantares Galegos. 4.- Sem ninho, de Alexis Rozas Losada. 6º de Grau Profissional de Guitarra, obra para canto e orquestra de guitarras composta sobre o poema n.º 69 do livro 3 de Folhas Novas. 5.- Bons amores, de Roberto M. Bolaño Amigo. 5º de Grau Profissional de Trombeta, obra para canto e quinteto de metal composta sobre o poema n.º 30 do livro 2 de Folhas Novas. O concerto homenagem complementa-se com a interpretação de Rosa de Abril, de André Gaos Berea (1874-1959), pelo coro, e do Hino galego, de Pasqual Veiga (1842-1906), pelo coro e orquestra do conservatório. 60 pág. DIN A4.

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